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Por que os pássaros não tomam choque nos fios elétricos?

Entenda por que pássaros não tomam choque em fios elétricos, como funciona a diferença de potencial e os riscos das redes de alta tensão Siga o Olhar Digital no Google Discover É comum observarmos aves descansando tranquilamente sobre fios elétricos que carregam milhares de volts, mas você já parou para pensar por que elas não são eletrocutadas? O segredo por trás do equilíbrio elétrico De acordo com uma análise detalhada da BBC Science Focus, o fenômeno ocorre porque os elétrons tendem a ignorar o corpo da ave, que é um condutor muito menos eficiente do que os fios de cobre ou alumínio da rede elétrica. A física da diferença de potencial Para que a eletricidade cause um choque, ela precisa fluir de um ponto de maior energia para um de menor energia. No caso das aves, ambas as patas estão posicionadas exatamente no mesmo fio. Isso significa que a voltagem sob a pata esquerda é idêntica à da pata direita, resultando em uma diferença de potencial zero. Sem essa variação, não existe motivo para a corrente elétrica abandonar o caminho facilitado do metal para percorrer o corpo do animal. Quando o perigo se torna real Cenário Nível de Risco Consequência Tocar dois fios simultaneamente Crítico Choque fatal imediato. Fio e poste aterrado Crítico A corrente flui para a terra através do corpo. Pouso em transformadores Alto Risco de contato com partes de diferentes potenciais. Asas abertas em cabos próximos Moderado A envergadura pode causar o fechamento do circuito. Fatores que protegem a fauna urbana A segurança desses animais depende quase inteiramente de não criarem uma “ponte” entre diferentes níveis de energia. Aves de pequeno porte raramente enfrentam problemas, pois dificilmente conseguem alcançar dois cabos ao mesmo tempo. Já aves maiores, como gaviões ou garças, correm riscos elevados ao abrir as asas perto de estruturas de distribuição. Por isso, muitas empresas de energia instalam protetores isolantes em locais estratégicos para evitar acidentes e interrupções no fornecimento. Fonte: Olhar Digital

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Intel APO chega a 15 novos jogos em CPUs Arrow Lake e melhora o fps em até 14%

Intel APO promete melhorias ainda maiores no 1% low do framerate, para uma jogatina mais suave O recurso Intel APO (Application Performance Optimization) enfim está recebendo uma atualização para incluir 15 novos jogos otimizados em processadores da série Arrow Lake. Os Core Ultra 200S devem entregar melhorias de até 14% nos frames por segundo nos jogos compatíveis com o APO, de acordo com a Intel. Os jogos agora compatíveis com Intel APO são os seguintes: Melhorias na performance variam Como seria de se esperar, há uma grande variação no incremento de performance prometido pelo Intel APO. Alguns dos games com menos impacto ficam com apenas 3% de ganhos no framerate, enquanto os 14% aparecem no Metro Exodus. O gráfico acima foi obtido pela Intel num PC de testes equipado com o Core Ultra 9 285K acompanhado de uma RTX 5090. Obviamente, os resultados vão variar dependendo da configuração de cada usuário. Abaixo, o comparativo de ganhos em 1% lows do fps: Melhorias em 1% low ajudam a deixar a experiência geral de jogar mais suave e fluida. Dyson Sphere Program mostrou ganhos consideráveis na categoria, chegando a 21% mais frames. Como implementar o Intel APO? O Intel APO é parte do DTT (Dynamic Tuning Technology), então é bom começar por essa instalação. Alternativamente, existe também um app para o APO que a Intel disponibiliza na Microsoft Store. Usuários devem se assegurar que contam com uma versão recente do BIOS de suas placas-mãe e ativar o DTT no setup. O Windows 11 também é uma exigência para usar o recurso, então quem ainda está no Windows 10 fica de fora. O Intel APO vem automaticamente depois de habilitar o DTT, e as atualizações também são automáticas na configuração padrão. Fonte: Adrenaline

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